Home / Notícia / Detalhes



Contribua - Plano Salvador

77 Respostas

  • GUSTAVO FERNANDES - 13/06/2016 08:41

    Na área de borda marítima, na minuta da Lous, houve um ajuste nos recuos laterais, entretanto o recuo frontal permanece o mesmo da Lei anterior. Sugiro, desta forma, se revista a fórmula do recuo frontal para adequar os projetos às novas regulamentações diminuindo, na mesma proporção, para que se possa fazer valer as novas regras. O argumento é que não adianta aumentar o potencial construtivo na teoria se, na prática, não há como implantar as normas nos terrenos.

  • GUSTAVO FERNANDES - 12/06/2016 07:56

    Na minuta da LOUS, a fórmula para os recuos laterais na área de borda marítima foi ajustada. Sugiro também seja revista a fórmula para o cálculo do recuo frontal, na mesma proporção, uma vez que não adianta, teoricamente, ter potencial construtivo mais elevado com maiores gabaritos e coeficientes se não há, na prática, como dimensionar área correspondente nos terrenos.

  • Rafael Vieira - 25/05/2016 16:59

    Prezados, Boa tarde. Referente a possibilidade do aumento do gabarito das construções na orla de Salvador,CDO-2. Gostaria de saber qual será altura máxima das construções, pois não encontrei no documento disponibilizado. Se houve ou está tendo um estudo sobre os impactos sócios ambientais dessa região com o aumento do gabarito, se sim, quais são eles? Grato.

    • Plano Salvador 500

      Olá, Rafael, a altura máxima das edificações nos terrenos situados na borda atlântica, correspondentes aos trechos 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12 da ABM definida no SAVAM no PL do PDDU, estarão condicionadas a estudo de sombreamento nos termos do Art. 102 do PL da LOUOS e limites de altura máxima estabelecidos no Mapa 3 – Anexo 02 do PL da LOUOS.

  • José Lázaro de Carvalho Santos - 25/05/2016 12:27

    Saudações! Gostaria se saber se vão haver mais audiências sobre a LOUOS.

    • Plano Salvador 500

      Olá, José Lázaro, foram realizadas cinco audiências públicas promovidas pela Prefeitura para discussão específica da minuta do PL da LOUOS. O Projeto de Lei da LOUOS foi encaminhado à Câmara Municipal que promoverá, no âmbito do legislativo, outras discussões e debates públicos.

  • Thiago Guimarães - 25/05/2016 09:04

    Em que sentido é possível efetivamente se falar numa compatibilidade entre os artigos 18 e 19 do PDDU (CAPÍTULO I - DOS PRINCÍPIOS, OBJETIVOS E DIRETRIZES GERAIS DA POLÍTICA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE, TITULO IV - DO MEIO AMBIENTE) com a possibilidade de construção de prédio acima de três andares próximos À orla soteropolitana? Não consigo visualizar isso.

    • Plano Salvador 500

      Thiago, a possibilidade de prédios acima de três andares na orla só será possível se atendido todos os parâmetros e critérios urbanísticos que regulam o uso e ocupação do solo definidos na Lei de ordenamento do Uso e Ocupação do Solo – Louos. O que irá determinar o padrão das ocupações/ construções seja na orla ou em outro local da cidade é a combinação dos parâmetros urbanísticos previstos para cada local em função da zona de uso que se situe ou área especial, sujeita a legislação específica. Ou seja, qualquer nova construção será determinada pela combinação do tamanho da área do terreno que seja possível edificar, coeficiente de aproveitamento, índice de ocupação, índice de permeabilidade, atendimento aos recuos obrigatórios de frente, laterais e de fundo e gabarito de altura máxima da edificação (no caso das áreas mais próximas ao mar localizadas na área de borda definida no PDDU). Para o caso dos imóveis inseridos na Área de Borda Marítima- ABM definida no PDDU, além de restrição de altura máxima das edificações estabelecidas na Louos, também estão estabelecidos recuos entre as edificações 30% maior que em outras áreas da cidade afim de resguardar o conforto ambiental urbano, aspectos da paisagem e o insolejamento das praias.

  • Arisvaldo Queiroz Lisboa - 24/05/2016 20:20

    Sugiro que não seja permitido a construção com mais de dois pavimentos e loteamentos no nível do mar

    • Plano Salvador 500

      Arisvaldo, a área de borda marítima representa uma considerável extensão do território da cidade que, inclusive, dentro das estratégias construídas coletivamente no PDDU, busca-se requalificar e reestruturar urbanisticamente esses espaços. Não é portanto, razoável estabelecer um limite de altura de até 2 pavimentos como uma regra unânime para territórios tão distintos que se encontram inseridos na Área de Borda Marítima estabelecida no PDDU. A fim de garantir padrões urbanísticos e ambientais adequados, o Projeto de Lei da LOUOS prevê diferentes critérios para parcelamento, uso e ocupação do solo considerando as diferentes áreas da cidade.

  • Ana Rosa - 24/05/2016 07:56

    Gostaria de solicitar que no planejamento da Salvador 500 não houvesse construção acima de dois pavimetos nos loteamentos de casas no nível do mar. A cidade, o sol e o mar devem ser de todos!!

    • Plano Salvador 500

      Ana Rosa, na nova Louos está sendo mantido o padrão de baixa densidade construtiva nas áreas atualmente compreendidas pelos loteamentos de casas situados na orla da cidade. A áreas situadas próximas a praia, ou seja, dentro da área de borda marítima definida no PDDU, estão sujeitas a restrição de altura máxima com vistas a resguardar o conforto ambiental urbano, a paisagem e o insolejamento das praias.

  • Rita Olívia Anneys Cardoso - 23/05/2016 19:48

    É preciso recuperar os rios de Salvador, ampliar o número de áreas de preservação ambiental e de parques, preservando os já existentes. Limitar o gabarito das edificações na orla a altura não superior a 2 pavimentos. Manter a exigência de uma área de reserva particular de 20% dentro dos lotes.

    • Plano Salvador 500

      Rita, a altura das edificações na orla da cidade estão sujeitas a restrição de altura máxima, definida na LOUOS com vistas a resguardar o conforto ambiental urbano, a paisagem e o insolejamento das praias. A altura das edificações é decorrente da combinação de uma série de parâmetros urbanísticos que ordenam o uso e a ocupação do solo. Dentre esses parâmetros estão os coeficientes de aproveitamento (CA) que limitam o potencial construtivo; o índice de ocupação máximo (IO) que limitam a ocupação do terreno com a projeção da construção; os recuos laterais, frontais e de fundo que definem a inserção do empreendimento num terreno, pois deve guardar distância das edificações vizinhas; dentre outros critérios que juntos definirão o padrão de ocupação de uma determinada área da cidade e que varia de lugar a lugar. Acerca da ampliação do número de parques e áreas verdes na cidade o novo PDDU previu essa ampliação através do reconhecendo e da demarcação de novas áreas no SAVAM – Sistema de áreas de valor ambiental e cultural de Salvador.

  • José Lázaro de Carvalho Santos - 23/05/2016 18:11

    Ilmos (as) Drs. (as), Saudações. Seguem algumas considerações a Minuta do Projeto de Lei para a Nova lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo de Salvador – LOUOS. Comentários gerais quanto aos parâmetros técnicos para potencial ocupação e construção de acordo com capacidade de suporte da infraestrutura existente. Quanto ao zoneamento, gostaria de saber se foi considerada a “capacidade de suporte” de cada zona para receber construções novas ou ampliação do potencial construtivo diante da situação existente. Há áreas, por exemplo na Rua Waldemar Falcão, que já não suportam mais o aumento do volume de tráfego em horários de pico, mas estão sendo mantidos praticamente os mesmos coeficientes de aproveitamento de antes e a ampliação de empreendimentos que trazem mais veículos para circular nem vias como estas já saturadas. Sugiro revisão dos coeficientes a partir de estudos de capacidade de suporte de infraestrutura. Não se conhece os critérios adotados. Entendo que coeficientes que permitam maiores densidades de construção a partir de empreendimentos multiresidenciais ou de uso misto com comércio e serviços devem ser estimulados apenas próximo aos corredores de transporte de alta capacidade Critérios para definição de Pólos Geradores de tráfego (ou polos geradores de viagens) no município. Devem ser estabelecidas, previamente as áreas do município onde há saturação do sistema viário, onde deva haver restrição de vagas para estacionamento e/ou ampliação de potencial construtivo. Os critérios adotados no projeto de lei apresentado, para classificação de empreendimentos em Pólos Geradores de Tráfego nestas áreas devem ser mais restritos. Entendo que os critérios pudessem se basear por vagas de estacionamento disponibilizadas por empreendimento, como um todo e não por área útil. Entendo que quando se estabelece que “O enquadramento dos empreendimentos como PGT poderá ser revisto através de lei específica”, como está no inciso XII, do art. 134 pode significar mais tempo “sem regulamentação” legal mais específica para estes tipos de empreendimentos, contudo uma restrição a implantação de PGTs devido ao seu tipo ou porte já pode-se ter uma regulamentação prévia quanto a alguns critérios para sua localização e implantação no município, no zoneamento da LOUOS. Isto tem relação com a capacidade de suporte da infraestrutura viária do município e proximidade de corredores de transporte de massa de alta e média capacidade. Insere-se como passível de enquadramento como Pólos geradores de Tráfego empreendimentos multiresidenciais com mais de 400 vagas, contudo se forem implantados numa mesma área vários empreendimentos com 200 ou 300 vagas, poderá causar mais impacto na infraestrutura urbana existente, portanto deve-se restringir o potencial construtivo e /ou o número de vagas no zoneamento, conforme a capacidade de suporte. O Relatório de Impacto no Trânsito – RIT neste caso só seria exigido para os empreendimentos com mais de 400 vagas, porém e o conjunto de outros empreendimentos implantados sem esta exigência, ao longo do tempo não causaria impactos? Esta é a questão. O RIT não é um instrumento urbanístico consegue regular os impactos urbanos frente a implantação de empreendimentos em série num determinada área, apenas daqueles que estão no enquadramento conforme o tipo, porte, área útil, e/ou ou número de vagas. Mas, não se faz o enquadramento por área e nem por zona, que é essencial. Entendo que devesse existir um estudo mais aprofundado sobre a questão dos pólos geradores de tráfego Inconsistências entre mapas: - Há inconsistência entre o mapa de centralidades, o de zoneamento e o Mapa do SAVAM (2A), especialmente quanto a área aonde está a APRN Dunas da Bolandeira (numero 11, no Mapa 2A), que um ecossistema frágil, que no mapa de Zoneamento (1ª) aparece numa área ce Centralidade metropolitana. Entendo que os parâmetros urbanísticos de um mapa de zoneamento que indique esta área com centralidade , que possivelmente permitiria usos mais diversificados e maior adensamento construtivo, devem conflitar com a definição desta área ambientalmente frágil como uma APRN, que ainda necessita de um projeto de recuperação ambiental. Da mesma forma ocorre com o Parque do Cascão que no mapa do do SAVAM (2A) é destacado, mas no mapa de zoneamento não aparece um destaque com tal. Hierarquia viária No mapa 04 de Hierarquia viária há alguns equívocos e uma desatualização da base cartográfica referente ao sistema viário municipal, desconsiderando ainda a articulação do município de Salvador com os demais municípios limítrofes. Há vias, por exemplo, que não estão aparecendo no mapa, como: - Av. 29 de Março (Linha Vermelha), em construção, recentemente, com características de Via Arterial I ou II. Entendo que seu traçado deveria ser considerado e sua classificação viária também. - A Av. Luís Eduardo Magalhães,.com características de Via Arterial I; - A ligação entre a Av. Luís Eduardo Magalhães e a Estrada do Curralinho (STIEP/Boca do Rio), com características de via Coletora I. - A nova via implantada em Cajazeiras: Avenida Jorge Calmon Muniz de Bittencourt, uma nova via de ligação entre os bairro de Cajazeiras V a X, com características de Via Coletora I; - As novas vias do Empreendimento “Bela Vista”, que tem caracteristicas de via coletora II (aquelas que acessam diretamente o shopping); Estes são apenas alguns exemplos. Estes equívocos podem influenciar na análise para orientação de implantação de alguns empreendimentos em áreas onde eles podem ocorrer, possibilitando, inclusive uma redução de viagens externas ao bairro, muitas vezes desnecessárias, conforme as características locais de uso e ocupação do solo atuais (e/ou futuras) e a função da via. Vale dizer que a antiga SEDHAM, atualmente SUCOM, realizou um estudo entre 2006 e 2008, para atualização da hierarquia viária do município que merece ser considerado. Faço a sugestão de realizar as seguintes alterações no mapa 04, assim como numa nova lei de hierarquia viária municipal: A Av. Carybé, está classificada com via Local, porém tem características de via expressa. Várias vias são colocadas como vias locais, mas tem características funcionais de via coletora II, a exemplo de: • R. Presidente Dutra (Bairro da Paz) • Av. Ibirapitanga; Rua Rio Trobogy; Rua Tamburugy (em Patamares e Piatã); • Av. Aplhaville. Há vias que podem parecer ter características físicas de vias locais, porém já vem apresentando em toda sua extensão ou em alguns trechos com características físicas e/ou funcionais de vias coletoras II. Não constam no mapa as vias Coletoras de Conexão, que aparecem listadas na classificação no art. 146, corpo do texto da minuta de lei e no quadro 04. ZEIS No quadro 06 parâmetros de ocupação do solo, são estabelecidos parâmetros para ZEIS, contudo as ZEIS são áreas de ocupação predominantemente informal e irregular que mereceriam lei específica para regulamentação, conforme cada área. Att. Urb. José Lázaro de Carvalho Santos MSc. Em Engenharia Ambiental Urbana

    • Plano Salvador 500

      José Lázaro, os coeficientes de aproveitamento foram definidos no PDDU a partir das tipologias de zonas de uso também definidas naquele instrumento. O critério para demarcação desses territórios (zonas de uso) na LOUOS, se deu a partir de dados colhidos e análises técnicas com constatações sobre a realidade da atual configuração dos espaços na cidade e as possibilidades de transformação ou manutenção das características desses espaços a partir da visão de futuro construída ao longo do processo de planejamento participativo no âmbito do Plano Salvador 500. O PDDU estabeleceu como território estratégico para as transformações urbanas desejadas, exatamente, os eixos dos corredores de transporte público de média e alta capacidade. São nesses territórios identificados na LOUOS como Zonas Centralidades (Metropolitana e Municipal) que estão previstas as maiores densidades construtivas, associadas à critérios e parâmetros de parcelamento, uso e ocupação do solo que visam induzir maior integração entre espaços públicos e privados, maior aproveitamento das infraestruturas de transporte público e qualificação da microacessibilidade voltada aos pedestres. Vale destacar que não houve aumento de potencial construtivo na cidade com a revisão do PDDU, o que ocorreu foi uma revisão no enquadramento atual das áreas conforme as novas estratégias de desenvolvimento urbano que, dentre elas, destaca-se o zoneamento com maiores potenciais construtivos no entorno ou ao longo dos corredores de transporte de alta e média capacidade. A questão do PGT entra na LOUOS justamente com o intuito de melhor caracterizar e definir quem são esses empreendimentos e que tipo de avaliação para se instalarem estão sujeitos, trazendo segurança jurídica e critérios objetivos para a análise de empreendimentos e atividades no âmbito do licenciamento urbanístico, já que antes não havia amparo legal que contemplasse essa questão. Não há inconsistência na confrontação dos mapas de centralidade e do SAVAM. O Projeto de Lei deixa claro no Art. 34 que as áreas definidas no Sistema de Áreas de Valor Ambiental e Cultural – SAVAM são áreas especiais cujo regramento de uso e ocupação se sobrepõem as zonas de usos, dentre elas as zonas centralidades, definidas naqueles mapas. Sobre as inconsistências no Mapa 4 – Classificação Viária, elas foram identificadas e devidamente corrigidas durante o processo de aperfeiçoamento do Projeto de Lei ensejando num novo mapa e novo quadro 5 atualizado e compatível com as diretrizes e enquadramento das características físicas e operacionais do Sistema Viário, definido no novo PDDU.

  • Iago Cordeiro Ribeiro - 23/05/2016 16:11

    Peço correçao da minuta e da LOUS nos seguintes aspectos: - para que não haja novas construções acima de dois pavimentos nas áreas de borda marítima - para manter a exigência de uma área de reserva particular de 20% dentro dos lotes Isso para evitar um adensamento populacional na orla com impactos de vizinhança, trânsito e poluição não dimensionados. Moramos numa cidade com graves problemas de saneamento e a qualidade de nossas praias vai piorar.

    • Plano Salvador 500

      Iago, a área de borda marítima representa uma considerável extensão do território da cidade que, inclusive, dentro das estratégias construídas coletivamente no PDDU, busca-se requalificar e reestruturar urbanisticamente esses espaços. Não é portanto, razoável estabelecer um limite de altura de até 2 pavimentos como uma regra unânime para territórios tão distintos que se encontram inseridos na Área de Borda Marítima estabelecida no PDDU. A fim de garantir padrões urbanísticos e ambientais adequados a cada lugar, o Projeto de Lei da LOUOS prevê diferentes critérios para parcelamento, uso e ocupação do solo considerando as especificidades de cada região da cidade.

  • Isbela Faria Trigo - 23/05/2016 15:50

    Peço correçao da minuta e da LOUS nos seguintes aspectos: - para que não haja novas construções acima de dois pavimentos nas áreas de borda marítima - para manter a exigência de uma área de reserva particular de 20% dentro dos lotes Isso para evitar um adensamento populacional na orla com impactos de vizinhança, trânsito e poluição não dimensionados. Moramos numa cidade com graves problemas de saneamento e a qualidade de nossas praias vai piorar.

    • Plano Salvador 500

      Isbela, os limites do Parque Ecológico do Vale Encantado, tal como encaminhado na planta georreferenciada, já está contemplado no mapa 02A que integra o Anexo 2 da Minuta de Lei da LOUOS. Vale ressaltar que o Parque Ecológico do Vale Encantado, com esses mesmos limites, constam gravados no PL do PDDU no Sistema de Áreas de Valor Cultural e Ambiental – SAVAM estando representado como Parque Urbano e ao mesmo tempo como Unidade de Conservação Indicada.

  • CARLOS ANTONIO DA SILVA - 21/05/2016 18:01

    SOLICITO QUE AS POLIGONAIS DAS ZEIS SEJA LEVADOS EM CONSIDERAÇÃO A TOTALIDADE DE SUAS AREAS, OU SEJA, SE A ZEIS AQUI SUGERIDA CORRESPONDE A UM LOTEAMENTO IRREGULAR; A UMA VIA; A UMA FAVELA OU ALGO PARECIDO (LOCALIDADE - É A MENOR UNIDADE TERRITORIAL CONTIDA EM UM BAIRRO). SENDO ASSIM, SUGIRO QUE AS ZEIS 231 - POR DO SOL; 232 - RAPOSO; 230 - CANTO DO RIO; 215 - SENHOR DO BOMFIM; 216 - CASSANGE II; 199 - CASSANGE, QUE SUAS POLIGONAIS SEJAM REVISTA ANTES DA APROVAÇÃO DA PRESENTE PROPOSTA DE LEI E DO PDDU. JUSTIFICATIVA: TODAS AS ÁREAS CITADAS FAZEM PARTE DO BAIRRO CASSANGE, E PELO CONCEITO DE BAIRRO SÃO CONSIDERADAS LOCALIDADES, OU SEJA É A MENOR UNIDADE TERRITORIAL, E DA FORMA QUE ESTÁ SENDO CONCEBIDA, FICA FORA REALIDADE.

    • Plano Salvador 500

      Carlos Antônio, o critério para reconhecimentos dos territórios como ZEIS no PDDU levou em consideração características fundiárias e de ocupação desses territórios cruzando-se os dados dos assentamentos precários identificados pelo IBGE e trabalho de equipe em campo com análises e debates com as comunidades inseridas nesses territórios. A LOUOS recepcionou o mapeamento dessas áreas estabelecidas no PDDU recém aprovado.

  • Taiane Moreira - 17/05/2016 21:17

    Não consigo acessar o novo mapa de centralidades da LOUOS, o link disponível abre o mapa do SAVAM.

  • Yuri Machado - 17/05/2016 10:14

    Senhores, gostaria de saber como será, enfim, a redefinição do sistema viário nos loteamentos Alamedas da Praia em Stella Maris. Na versão anterior do PDDU, mostrava duplicação da alameda principal (Dilson Jatahy) desde a entrada de Stella (via Avenida Carybé) até a Alameda Praia de Atalaia, onde seria essa ligada à Alameda Praia de Guaratuba, sendo portanto sentido de \"saída\" de Stella. No novo projeto, já consta o acesso principal pela Alameda Praia do Flamengo (via Motel Sky) até a primeira rotatória, quando redireciona fluxo para a Dilson Jatahy. Ademais, essas \"propostas\" não contemplaram a obra do viaduto de Stella (obra já em andamento) pelo consórcio do metrô. Enfim, como ficará a malha viária em Stella Maris? Quais mudanças serão feitas? Falta clareza e transparência quanto à redefinição viária de Stella Maris.

  • virginia.ladeira@uol.com.br - 12/05/2016 17:25

    Sou moradora do bairro de Patamares e vi que a nova proposta do PDDU elimina as Zonas Exclusivamente Residenciais. Acredito ser um grande erro, porque desconsidera o tipo de ocupação de regiões como as Colinas de Patamares, que ainda se mantem com imoveis unifamiliares com, no máximo, dois andares. Não é possível manter esse tipo de ocupação se não estiverem em áreas exclusivamente residenciais, principalmente por questões de segurança. Os moradores do bairro não foram ouvidos sobre a proposta de mudança.

  • Everton - 04/05/2016 10:59

    Na Rua Guaraçaima, CEP 41650-320, em Piatã, segundo os construtores que operaram no bairro, é permitida a construção de prédios com mais de três andares em apenas um dos lados da rua, o lado que primeiro recebe os ventos provenientes da orla. Gostaria de saber se esta informação é verdadeira e se consta alguma mudança na nova Louos ou PDDU. Simples desenho esquemático: Orla Lado onde é permitida a construção de prédios com mais de 3 andares ________________________________________________________________________ Rua Guaraçaíma ____________________________________________________________________________ Lado em que só é permitido construir prédios com até três andares

    • Plano Salvador 500

      Everton, As informações e o desenho esquemático estão corretos. No trecho em referência, conforme a legislação vigente (PDDU - Lei 7.400/2008), é possível edificações maiores mais próximas à praia e menores quanto mais afastadas da orla. Na proposta em elaboração da nova Louos, admite-se que o gabarito máximo da altura das edificações seja menor quanto mais próximo à praia e maior a medida que se afasta da orla, desde que apresentado estudo de não sombreamento das praias e respeitado o limite de altura máximo permitido, conforme definido no Mapa 03 - Anexo 02 da Louos.

  • Pedro Augusto Souza Ferreira - 03/04/2016 12:05

    Qual a melhor forma de apresentar um projeto direcionado para área cultural que possa ser incorporado ao Plano Salvador 500 anos?

  • Eduardo Morais Macedo - 01/03/2016 10:54

    O decreto que criou o Parque Natural Municipal das Dunas tem problemas à luz do disposto no SNUC. Primeiro porque nele a UC não recebe esta nomenclatura, mas somente Parque das Dunas. Segundo, porque não há os objetivos de criação da unidade de conservação. Isso, inviabilizará a inserção da UC no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação.

  • Taiane Moreira - 26/11/2015 18:44

    Não consigo abrir nenhum dos novos mapas publicados hoje. O link sempre me leva de volta biblioteca virtual.

    • Plano Salvador 500

      Olá Tatiane, ocorreu um problema no sistema mas já foi corrigido. Atte.

  • carl von hauenschild - 18/11/2015 19:09

    Onde posso baixar a mensagem e o Projeto de Lei do PDDU enviado para a Câmara Legislativa hoje ? O que mudou desta versão mandado para a Câmara da versão anterior de 6.11.15 publicado no site Plano 500 ?

    • Plano Salvador 500

      O Projeto de Lei está no link abaixo. http://plano500.salvador.ba.gov.br/download.php?cod=407 A versão anterior pode ser acessada em: http://plano500.salvador.ba.gov.br/download.php?cod=389

  • carl von hauenschild - 18/11/2015 19:08

    Onde posso baixar a mensagem e o Projeto de Lei do PDDU enviado para a Câmara Legislativa hoje ? O que mudou desta versão mandado para a Câmara da versão anterior de 6.11.15 publicado no site Plano 500 ?

  • carl von hauenschild - 13/11/2015 19:04

    Foi publicado a nova minuta do pl. da revisão do pddu de 06.11.2015, mas sem os mapas e quadros. Isto significa que os mapas e quadros são igual a versão de 18.9.2015 ??? Casa não, quando serão publicados os novos ??? conforme ao presidente do CSM na ultima reunião do conselho seria publicado alem da nova versão da minuta do PDDU também uma versão em formato .doc com as alterações em relação a versão anterior. quando vai ser publicada esta "versão comparativa" ?

    • Plano Salvador 500

      Prezado Carl, seu questionamento foi encaminhado para a equipe técnica. Atte.

  • Levi - 05/11/2015 17:52

    Parabenizo a equipe pela transparência no processo de esclarecimento de dúvidas e pela possibilidade do cidadão soterapolitano de contribuir com a gestão do município. Achei ótima a iniciativa, porem gostaria de sugerir e ficaria muito feliz se fosse acatado, que o formulário de login e cadastro desta sessão proponha fosse no topo do site, pois só conseguir identificar onde ficava a área para login e cadastro após ter rolado infinitamente as mensagens até chegar no rodapé onde estava a mesma. Sugiro que coloquem o a sessão de login e cadastro na parte superior no lado direito, onde fica localizado o banner de Minuta de Construção. Grato pela atenção.

  • Marina - 03/11/2015 17:09

    Quando a PMS/FMLF irá publicar as entrevistas realizadas com os "atores estratégicos"?

    • Plano Salvador 500

      Estão publicadas na Biblioteca Virtual, em Outros Documentos.

  • Marina - 03/11/2015 16:55

    Se as Oficinas de Bairro são espaços essenciais de participação social, por que estas não são registradas em vídeos e atas e feitas atas das mesmas, para que haja possibilidade de controle social, em todas as etapas do processo, conforme determina a legislação?

  • Marina - 03/11/2015 16:53

    Solicitamos a publicação do parecer da Comissão da CMS entregue na 7a Audiência Pública

  • Marina - 03/11/2015 16:52

    Quando a PMS irá responder às contribuições da população e técnicos? Serão agendadas audiências devolutivas antes do envio à CMS?

  • carl von hauenschild - 30/10/2015 18:50

    Foi entregue na 14a audiência as recomendações da Promotoria de Habitação e Urbanismo. não estou encontrando esta contribuição na Biblioteca Virtual ???

    • Plano Salvador 500

      Caro Carl, o documento já se encontra disponível na área MP-BA. Gratos por sua colaboração.

  • GT Planeja - 29/10/2015 18:29

    CONSELHO ESTADUAL DAS CIDADES – GT PLANEJA SALVADOR PROPOSTAS PARA O TEMA INTEGRAÇÃO METROPOLITANA PARA INCORPORAÇÃO/REVISÃO À MINUTA DO PDDU 1. Como foi pensada, na Minuta do PDDU, uma política para eliminar os impactos dos fluxos diários de centenas de ônibus privados para transportar milhares de trabalhadores residentes em Salvador aos seus locais de trabalho fora do município (hotelaria do litoral norte, COPEC, FORD, PETROBRAS, etc)? 2. A Política Nacional de Saneamento proíbe que os dejetos sejam direcionados aos corpos hídricos (oceânicos, rios ou lagos), mas em Salvador todas as caixas extravazadoras do sistema de recalque de esgoto para os emissários submarinos lançam o excedente no sistema de drenagem que os lança nos cursos d´água ou no mar próximo e degrada nosso sistema hídrico permanentemente. Qual a política de saneamento e quais as metas a curto e médio prazos o município apresenta na Minuta do PDDU para eliminar esta prática e atuar em concordância com Política Nacional de Saneamento? 3. Quais os cenários de distribuição territorial (parcelamento, uso e ocupação do solo por bairro e bacia) de demandas necessárias para formular o Plano Municipal de Saneamento e dimensionamento de seus sistemas (água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos) a curto médio e longo prazos são apresentados na Minuta do PDDU? Quais as prioridades, metas e indicadores de monitoramento estabelecidos na sua estratégia para esse setor? 4. Quais são os cenários e a politica do município a curto, médio e longo prazos definidos na Minuta do PDDU para a infraestrutura aeroportuária, tendo em vista que o aeroporto atual está esgotando sua capacidade e não está preparado para cumprir uma demanda de logística de carga do futuro? Sua ampliação demanda grandes áreas e redução de áreas de preservação permanentes (APA Lagoas e Dunas do Abaeté, que no mapa SAVAM não permitem esta ampliação), além do que a ampliação do cone de aproximação atinge o principal vetor de expansão e verticalização da cidade (região da Avenida Paralela). 5. Quais os cenários para a infraestrutura portuária de carga, do Município de Salvador, a curto, médio e longo prazos, tendo em vista que a retroárea do porto e o calado máximo (15m) estão limitados e não tem acesso ferroviário? 6. A política econômica do PDDU quer dar ênfase à função logística portuária de Salvador. Existe uma política para viabilizar, a médio e longo prazos, uma outra estrutura portuária mitigando os problemas acima referidos que precisam ser previstos na estratégia de desenvolvimento dos próximos 10 anos? 7. Quais os cenários de distribuição territorial (parcelamento, uso e ocupação do solo por bairro e centralidades) de demandas necessárias e a concepção do sistema básico de rede intermodal de transporte, para formular o Plano Municipal de Mobilidade? Quais os cenários para o dimensionamento de seus sistemas (de alta e media capacidade) a curto, médio e longo prazos apresentados na Minuta do PDDU e quais prioridades, metas e indicadores de monitoramento foram estabelecidos na sua estratégica para esse setor? 8. Qual o sistema de indicadores que deverão ser compatibilizados com a Região Metropolitana de Salvador para definir, compatibilizar, monitorar e implementar as funções públicas de interesse comum (resíduos sólidos e seus aterros e sua reciclagem, abastecimento de água, esgotamento sanitário, seus emissários, tratamento ou reaproveitamento, sistema de mobilidade metropolitana, expansão urbana, centralidades metropolitanos, habitação social e etc.)? 9. Incorporar o tema de integração metropolitana à Minuta do Plano em um sentido mais amplo. A Minuta do Plano apenas faz referência a uma Macrozona Metropolitana com a concepção de instalação de equipamentos, e não traça diretrizes efetivas de integração metropolitana. 10. Incorporar à Minuta uma estratégia de desenvolvimento, a longo prazo, ressalvando que a Minuta não deve se restringir à diretrizes para um horizonte de 08 anos. 11. Apresentar e considerar os estudos antecedentes à Minuta do Plano, como posto no cronograma disponibilizado para a sociedade civil. A Minuta do Plano corresponde ao produto de n°10, enquanto os produtos de números anteriores (5, 6, 7, 8, e 9) não foram incorporados na Minuta. 12. A Minuta do Plano não informa as diretrizes para os planos setoriais. O Plano de Mobilidade deve seguir diretrizes do Plano Diretor e não vice-versa. 13. Esclarecer e indicar a aplicabilidade das diretrizes e objetivos da Minuta do Plano. 14. Indicar como será a estrutura de gestão do Plano Diretor e definir quais as instâncias de participação que farão parte dessa gestão, para que se garanta um controle social. 15. Esclarecer a definição e geolocalização da nova centralidade de Águas Claras e fazer estudos no sentido de comprovação do valor metropolitano do local. 16. Definir centralidades futuras, pois a Minuta apenas reforça as centralidades que já estão consolidadas. 17. Indicar no mapa de Macrozoneamento as centralidades existentes e futuras. 18. Definir uma rede de centralidades e como se dará o transporte de passageiros para que essas centralidades se consolidem. 19. Estudar em conjunto o sistema de transporte e as centralidades. 20. Definir um Plano de Mobilidade para médio e longo prazo. 21. Compatibilizar, em momento oportuno, o Plano de Mobilidade Metropolitano com o Plano de Mobilidade Municipal de Salvador. 22. Definir diretrizes para o Aeroporto Internacional de Salvador, quanto à sua ampliação, transferência ou para a inclusão de um aeroporto complementar, propondo cenários para esta nova realidade. 23. Indicar diretrizes que desenvolvam o turismo metropolitano, fortalecendo o turismo regional e tendo como polo de serviços o município de Salvador. Salvador, 27 de outubro de 2015

  • GT Planeja - 29/10/2015 18:27

    CONSELHO ESTADUAL DAS CIDADES – GT PLANEJA SALVADOR PROPOSTAS PARA O TEMA ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL - ZEIS PARA INCORPORAÇÃO/REVISÃO À MINUTA DO PDDU 1. Definir as diretrizes, prioridades e prazos para a elaboração do Plano de consolidação das ZEIS considerando: a. Regularização Fundiária; b. Urbanização; c. Gestão e Participação Social, d. Remoção e e. Área de risco. 2. Esclarecer a estratégia de implementação e prioridades da Política de Habitação de Interesse Social, com relação às ZEIS e demais áreas de baixa renda da cidade, com foco no conjunto das necessidades habitacionais da população. 3. Hierarquizar as áreas de atuação da Política Habitacional no Território a partir das necessidades de intervenção e das potencialidades de cada área. 4. Delimitar as áreas de assentamentos precários a serem requalificadas, independentemente das ZEIS. 5. Recuperar as diretrizes de HIS dos Planos já existentes: Vetor Ipitanga, Mussurunga, Nova Constituinte, Saramandaia, Mata Escura e outros que já foram elaborados. 6. Incluir a ZEIS V – relativas às comunidades Quilombolas e tradicionais. 7. Incluir outras ZEIS vazias em áreas com grandes investimentos públicos e com infraestrutura consolidada (Av. Paralela, Av. 29 de março, Av. Gal Costa, dentre outras). 8. Fortalecer o Fundo de Habitação de Interesse Social no Município, através da aplicação dos recursos provenientes dos instrumentos urbanísticos estabelecidos no Estatuto da Cidade. (TRANSCON – OUTORGA ONEROSA –IPTU PROGRESSIVO – Dentre outros)

  • Fórum CicloSalvador - 29/10/2015 11:23

    Prezado responsável, solicitamos que todas as considerações pela contribuição realizada pelo Fórum CicloSalvador (publicada aqui: http://www.plano500.salvador.ba.gov.br/arquivos/biblioteca_arquivos/349/ARQUIVO_BIBLIOTECA_ARQUIVO.pdf ) sejam enviadas para o email deste usuário: forumciclosalvador@gmail.com Atenciosamente

  • Átila Santos - 29/10/2015 09:09

    1 - A prefeitura busca cada dia mais inserir de forma adequada o ciclista no trânsito de Salvador,entretanto as vias da cidade estão encolhendo para a inclusão dos ciclistas,tal modificação afetará e muito o fácil deslocamente de ambulâncias,viaturas e veículos que não podem ficar presos no trânsito,qual o plano de contigência será adotado? há um plano para vias alternativas na Av. Afrânio Peixoto? 2 - Salvador é carente de áreas de lazer e de educação infantil;as vias férreas da cidade são circundadas por casas e pelo próprio mar;o lixo e a poluição estão em todo trecho da orla surbana;a integração via mar entre os bairros de Salvador é algo quase inexistente;muitos bairros do Subúrbio ferroviário estão isolados geograficamente tendo um péssimo sistema de transporte público e uma integração muito ruim com os demais;as áreas de risco da cidade crescem de forma desordenada;a iluminação pública é insuficiente em boa parte das ruas tranversais do subúrbio ferroviário;as escadarias que interligam bairros estão rachadas e sofrem constatemente com as chuvas,há ruas onde o barro desce do morro e transformam o asfalto em lama. Resumindo a suburbana tem diversos problemas urbanos de transporte e integração;de lazer,desporto,cultura e meio ambiente; de encostas e interligação de bairros;poluição e carência de saneamento básico;com o descarte do lixo,educação ambiental e preservação do parque são bartolomeu. Como o PDDU contemplará esses pontos?

  • Taiane Moreira - 16/10/2015 20:39

    Solicito correção do áudio do vídeo da 9ª audiência público, em vários momentos não é possível ouvir a fala dos presentes.

    • Plano Salvador 500

      Olá Tatiane, gratos por sua colaboração. Verificaremos a questão. Atte.

  • Lorena Souza Saab - 08/10/2015 15:58

    Em vários pontos do texto está escrito "5%" enquanto entre parênteses está como "dez por cento". Afinal, qual a porcentagem correta? Outro pontos que gostaria de comentar: Durante a 11ª Audiência Pública para discussão da minuta do PDDU, na qual estive presente, algumas pessoas comentaram em suas falas a respeito da relocação de comunidades para implantação de grandes empreendimentos. Eles alertaram que hoje em dia isso muitas vezes é feito à revelia, deslocando moradores para área distantes das originais, sendo que uma vez estabelecida uma comunidade em uma região, a mesma cria uma identificação com o local, ao utilizar seus equipamentos urbanos, ao desenvolver suas vidas com o que é oferecido por ali. Ao mudar para outras áreas toda a dinâmica da vida dessas pessoas se altera, dificultando a adaptação e a qualidade de vida delas. Acredito que esta observação também se aplica aqui, pois ao construir ou doar um terreno para uma HIS, como propõe-se na cota de solidariedade, as destinações das comunidades para estes locais não estão bem amarradas...Essas doações precisam estar ligadas de forma coerente às comunidades que estão em necessidade de relocamento na cidade, seja devido à implantação do empreendimento em questão ou a outros em localidades diferentes. Também foi citada na audiência a questão de que os novos destinos para onde essas pessoas são direcionadas, nem sempre possuem a infraestrutura adequada para recebê-los, como o oferecimento de equipamentos de saúde, educação e até mesmo, comércio local. Sendo assim, acho importante, acrescentar à cota de solidariedade um caráter mais misto em cada alternativa, pois oferecer apenas as habitações por exemplo, podem criar um novo problema para a cidade no lugar de uma solução. Não sei se seria o caso de criar dentro da cota, "sub cotas" para diversos tipos de usos, considerando-se entornos dos terrenos, ou algo assim.

  • Lorena Souza Saab - 08/10/2015 15:57

    Durante a 11ª Audiência Pública para debate sobre a Minuta do PDDU, foi questionada a ausência de algumas questões sobre o meio ambiente no plano diretor. Conforme a sra. Tânia Scofield essas questões deverão ser tratadas por meio do seu instrumento específico que é o Plano Municipal do Meio Ambiente, que já foi sancionado no primeiro semestre deste ano. No entanto, a própria minuta do PDDU informa no seu Art. 35 deste capítulo que: "Art. 35. Com base nas diretrizes específicas desta Lei, o Executivo elaborará o Plano Municipal de Meio Ambiente, que se constitui no instrumento básico de implementação da Política Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, visando à sustentabilidade ambiental." Ou seja, como pode ter sido sancionado o Plano do Meio Ambiente antes da aprovação do PDDU, se o mesmo só deverá ser elaborado com base nas diretrizes dessa lei??? Nesse caso, considero pertinente o comentário da pessoa que se pronunciou na plenária, que as questões ambientais devem ser claramente repetidas no PDDU, mesmo que tornando-se redundantes ao outro Plano, visto que a ordem de prioridade e de importância dos documentos foi alterada deliberadamente.

  • Pablo Vieira Florentino - 05/10/2015 11:26

    Caros, quando serão publicados os vídeos das audiências públicas passadas ?

  • Thiago Silva - 04/10/2015 09:29

    O link para o documento "(21/09/2015 11:47) Estudos Sobre Formas de Ocupação Urbana nas áreas da Orla Marítima, Horto Florestal e Caminho das Árvores em Salvador, como contribuição institucional da ADEMI BA à revisão do PDDU 2015 " é do WETRANSFER e já está expirado, ou seja, não é mais possível baixar o arquivo. Peço que disponibilizem novo link para que seja possível acesso público.

    • Plano Salvador 500

      Olá Thiago, obrigado pela sinalização. Estaremos resolvendo.

    • Plano Salvador 500

      Prezado Thiago, já se encontra disponível um novo link para download do referido documento. Atte.

  • Pablo Vieira Florentino - 02/10/2015 14:18

    Caros, O Fórum CicloSalvador entregou um documento com mais de 500 signatários e diversas justificativas onde propunha a garantia de 15% para o sist. CicloViário do FUNDURB. Este documento foi entregue na última audiência, em Setembro, na Boca do Rio. Temos o canhoto do recebido. No entanto, mais de dez dias depois, nada foi publicado na Biblioteca do portal para o PDDU/Plano 500. Esta foi a única iniciativa coletiva da sociedade civil organizada, com amplo apoio popular, apresentada até a presente data. Quando a mesma será incluída na biblioteca virtual como uma contribuição, considerando que o documento apresenta uma serie de justificativas legais para tal pleito ? O Fórum agradece.

  • Pablo Vieira Florentino - 02/10/2015 14:08

    Caros, Ciclo Saudações. O Fórum CicloSalvador esteve presente na última audiência pública e entregou documento com signatários e diversos relatos de apoia à campanha por mais recursos para o sistema cicloviário através do FUNDURB. Uma iniciativa da sociedade civil organizada e de participação popular ampliada, sem haver, até o momento, qualquer iniciativa de participação popular desta natureza, com estas características que a legitimam. No entanto, a contribuição ainda não foi publicada na Biblioteca do portal do Plano 500 como uma das propostas. Gostaria de saber quando isso vai acontecer. O Fórum Ciclo Salvador agradece.

  • Maria Cristina Rabello Santedicola - 02/10/2015 11:24

    Gostaria de sugerir 2 ações na área ambiental: (1) implantação de Unidades de Recuperação Energética (URE) para o lixo urbano, a exemplo do que está sendo implementado em Barueri-SP, cuja essência consiste em gerar energia (térmica-vapor) a partir do lixo; (2) estabelecimento de prazos para o órgão ambiental se pronunciar após receber os documentos requeridos aos empreendedores; não é justo que os empreendedores tenham prazos a cumprir e fiquem indefinidamente à espera do posicionamento de cada órgão ambiental.

  • João Pena - 02/10/2015 00:32

    Carxs coordenadores do Plano 500, Gostaria de dizer que o prazo dado para que a população leia a minuta, compreenda seu conteúdo, relacione isso com sua realidade no bairro e na cidade e, então, propor alterações ou sugerir elementos novos é extremamente curto. Trata-se se um texto demasiado longo, cuja linguagem técnica (jurídica, arquitetônica e urbanística) requer um tempo mais extenso se quisermos que a população de fato contribua. E queremos! Esse conteúdo denso é difícil de ser apreendido até pelas pessoas da área do urbanismo nesse prazo que foi dado, pois todxs temos muitos afazeres na vida. Nesse sentido, solicito que a coordenação reveja isso, no sentido de propiciar uma real contribuição pela população. Minha sugestão é que as próximas audiências já marcadas para semana que vem sejam para dar conhecimento do conteúdo da minuta, bem como tirar dúvidas e que sejam marcadas outras posteriormente para que as pessoas proponham alterações, ou melhor, para apresentar as propostas feitas após a leitura. Além disso, sabemos que nossa cidade tem problemas de mobidade e de acesso ao transporte público, pois muitxs não dispõem de, pelo menos, 6 reais para ir a audiênciaque, embora seja no Centro, é distante para muitas, muitas pessoas. Assim, também solicito e sugiro que as audiências ocorram de modo mais distribuído pela cidade, tomando as prefeituras-bairro como referencial, por exemplo. Eu gostaria que houvesse uma audiência no Cabula, onde moro, e tem espaços adequados, como o Teatro Uneb. Espero que avaliem as sugestões e solicitações e revejam o cronograma de atividades. Atte.

  • Leonardo Brandão Araújo - 01/10/2015 10:35

    A sociedade soteropolitana foi surpreendida com a retirada do parque ecológico do vale encantado da condição de unidade de conservação para o status de parque urbano, onde a proteção jurídica ambiental é menor. P parque ecológico do vale encantado com aproximadamente 100 hequitares atua como um grande pulmão verde para as áreas da avenida paralela e adjacências e consiste também num dos últimos remanescentes de vegetação da mata atlântica na cidade e um importante atenuador do no clima urbano. A beleza e a importância do vale encantado foi reconhecida pelos legisladores ambientais do PDDU de 2008 e também pelo poder executivo municipal na gestão passada.. Assim, não faz o menor sentido alterar a natureza jurídica do referido parque sem nenhum estudo técnico ou justificativa fundamentada. Considerando o exposto, solicitamos a RETIRADA do parque ecológico vale encantado do artigo 228 da minuta do PDDU onde o mesmo consta como parque urbano para que passe a integrar o subsistema de unidade de conservação de PROTEÇÃO INTEGRAL. REGISTRE-SE. Quais foram os estudos técnicos que motivaram o município a mudar o regime jurídico do parque vale encantado de unidade de conservação para parque urbano, on de há um lazer ativo com prática de esportes e atividades recreativas que vão além da contemplação do belo. Atividades estas, que não são compatíveis com a proteção necessária desta importante área da mata atlântica? Possuímos em mãos um estudo científico onde se constatou neste parque a existência de 03 espécies em extinção: o ouriço cacheiro, a preguiça de coleira e a jaguatirica. Como o município pretende preservar estas espécies se o parque ecológico for transformado em parque urbano, onde se permite a prática de esportes, lazer e atividades recreativas da população sem qualquer fiscalização, responsabilidade, controle e compromisso com a preservação da natureza? A preservação desta área de reserva e a sua utilidade a que se pretende o PDDU consolidar são compatíveis entre si? Se sim, qual profissional com ilibada expertise atestou esta compatibilidade?

  • Thiago Silva - 29/09/2015 13:11

    Sobre os produtos apresentados pela coordenação do Plano Salvador 500/FIPE e os produtos determinados no Termo de Referência (P1 a P11) gostaríamos de reiterar pedido de esclarecimento: No entendimento da Prefeitura, quais dos produtos anunciados no Termo de Referência foram atendidos pelas publicações de fato feitas e quais não foram? Além disso, qual é a correspondência que a Prefeitura estabelece entre os produtos publicados pela coordenação do Plano Salvador 500/FIPE e os produtos designados no Termo de Referência (produtos P1 a P11)? Durante a 9ª Audiência Pública a coordenação do Plano 500 assumiu compromisso de estabelecer essa correspondência. Aguardamos posicionamento.

  • Lidia Rocha Aguiar - 29/09/2015 13:07

    As zonas consideradas de uso exclusivamente uniresidencial pelo PDDU 2008 em áreas com infraestrutura ociosa onde há perspectivas de comércio, emprego e serviços devem ser contempladas como Zonas Predominantemente Residenciais enquadradas na Minuta do PDDU Salvador 500 como ZPR 3 de média densidade onde são admitidas edificações de uso residencial e misto, com atividades comerciais e de prestação de serviços no pavimento térreo, como é o caso da Rua das Angélicas no Parque N. S. da Luz na Pituba. Caracterizado pela Minuta do PDDU Salvador 500 como ZPR 3 de média densidade com edificações de uso misto com CAB =1,5 e CAM=1,5 (Artigo 166 b III parágrafo único) o loteamento acima não possui TAC definido por lei. Dessa forma seria permitido a alteração do zoneamento proposto pelo PDDU 2008 daquela área contemplando os anseios da coletividade da Rua das Angélicas no Parque N. S. da Luz tendo em vista a realidade local já que muitas ruas do Parque encontram-se enquadradas como residenciais, comércio e serviços.

    • Plano Salvador 500

      Olá Lídia, agradecemos por sua colaboração. Gostaríamos de esclarecer que o zoneamento será definido na revisão da LOUOS. Na minuta do PDDU 2015 (Título VIII, capitulo III) constam as tipologias de zonas e como elas se classificam para fins de enquadramento futuro das áreas da cidade. Quando da revisão da LOUOS é que se definirá o mapa do zoneamento e este deverá adotar as zonas de uso tipificadas e classificadas no PDDU a ser aprovado. A contribuição é sempre bem vinda e, no momento oportuno, será avaliada pela equipe técnica a sugestão de mudança de zoneamento nas áreas indicadas. Atte.

  • Thiago Silva - 23/09/2015 13:28

    Quero sinalizar aqui que o documento entregue à equipe técnica do plano pela COMISSÃO ESPECIAL DE ACOMPANHAMENTO E DISCUSSÃO DOS ASSUNTOS REFERENTES AO PDDU E LOUOS DA CÂMARA DE VEREADORES ainda não foi disponibilizado pela equipe técnica no site do Plano 500. Este documento foi entregue pelos próprios vereadores durante a 7ª Audiência Pública, em que Silvio Pinheiro firmou compromisso de publicar. Durante a 8ª Audiência foi feita nova cobrança por parte da plenária e novo compromisso de publicação por parte da equipe técnica, que até agora não está sendo cumprido.

  • carl von hauenschild - 20/09/2015 15:18

    Não abre o arquivo do Mapa 03 e do Quadro 09 na biblioteca virtual ate o presente momento. quando podemos contar com estes arquivos ?

    • Plano Salvador 500

      Caro Carl, as correções já foram feitas. Gratos pela colaboração.

  • Taiane Moreira - 19/09/2015 23:50

    O link para o Mapa 03 da minuta do pddu está corrompido. Quando clico ele direciona para a biblioteca virtual. O link do Quadro 08 direciona para a biblioteca virtual, enquanto que o link do Quadro 09 direciona para o arquivo do Quadro 08. Aguardo a correção do problema.

    • Plano Salvador 500

      Cara Tatiane, as correções já foram feitas. Gratos pela colaboração.

  • Marina - 17/09/2015 19:24

    Favor publicar na biblioteca virtual o documento elaborado pela Camara Municipal de Salvador entregue à PMS na 7a audiência pública.

  • Thiago Silva - 17/09/2015 12:17

    Tânia Scofield, em resposta às colocações da professora Dra. Ana Fernandes durante a 7ª Audiência Pública do plano, se comprometeu a disponibilizar os mapas do relatório Salvador Hoje e Suas Tendências (que segundo ela são trabalhados pela equipe do Plano no software Map Info) para que possam ser analisados com maior precisão e impressos em formato A0 ou A1 a quem interessar. Pedimos a gentileza de disponibilizar os mapas, que ja estão prontos porque constaram de publicação feita em 10 de agosto de 2015. Att,

  • Thiago Silva - 17/09/2015 06:21

    Na 7ª Audiência Pública, realizada no dia 26 de agosto de 2015, o secretário Silvio Pinheiro se comprometeu publicamente a disponibilizar na Biblioteca Virtual deste site dois documentos: (1) a CARTA ABERTA ao Prefeito de Salvador produzida no colóquio "O PDDU e a Legislação Urbanística", realizado pelo IAB com apoio de outras entidades no auditório da Faculdade de Arquitetura da UFBA e (2) a ANÁLISE DO RELATÓRIO FIPE produzida pela Comissão Especial de Acompanhamento do PDDU e da LOUOS da Câmara Municipal de Salvador. Até a presente data (17/092015) os documentos não constam entre as contribuições. Fica a reclamação e o requerimento de que sejam publicados o quanto antes, para que possam ser avaliados pela população.

  • Thiago Silva - 14/09/2015 12:48

    Quero sinalizar uma incongruência na divulgação da 9ª Audiência Pública que JÁ OCORREU ANTERIORMENTE na divulgação de audiências pelo site. No link NOTÍCIAS está noticiado que a audiência ocorrerá no auditório do IMEJA, na Boca do Rio. Já no link AGENDA a informação está INCORRETA, indicando que a audiência será na Câmara de Vereadores! Isso precisa ser corrigido urgentemente, além de ser publicada errata chamando a atenção para o local correto. Pessoas que já acessaram a informação pelo segundo link, planejando de antemão se deslocar à Câmara de Vereadores, perderão a audiência pública do dia 19/09. Conto com a colaboração e presteza da coordenação do Plano Salvador 500 para solucionar esse problema. Att.

    • Plano Salvador 500

      Olá Thiago, agradecemos sua observação. A informação já foi corrigida. Atte.

  • Thiago Silva - 09/09/2015 17:56

    Caros, Mais um link da biblioteca virtual não está funcionando: (09/09/2015 15:08) Análise Crítica do Produto P4.1 - Participa Salvador Queiram corrigir, por gentileza. Atenciosamente.

    • Plano Salvador 500

      Grato pela sinalização. Estaremos verificando o problema.

    • Plano Salvador 500

      Thiago, o documento já está disponível. Atte.

  • Thiago Silva - 09/09/2015 13:26

    No dia 26/06/2015, às 10:08h fiz uma sugestão para aumentar a interatividade do site: " Adicionar botão para que os leitores do site possam dar a réplica às respostas da equipe técnica." A equipe técnica respondeu que estava analisando a sugestão. Qual é a posição final da equipe? Estou aguardando uma posição. Atenciosamente.

    • Plano Salvador 500

      Olá Thiago, a possibilidade de réplica das mensagens já está ativada. Atenciosamente.

  • Thiago Silva - 09/09/2015 13:14

    Quero registrar que não estou conseguindo visualizar mais dois documentos da biblioteca virtual, a saber: (09/09/2015 10:01) Edital de convocação das 9ª Audiência Pública NOVO (09/09/2015 09:55) Edital de convocação das 8ª Audiência Pública - Errata NOVO Os arquivos PDF estão corrompidos e devem ser substituídos. Abaixo os links: http://plano500.salvador.ba.gov.br/arquivos/biblioteca_arquivos/282/ARQUIVO_BIBLIOTECA_ARQUIVO.pdf http://plano500.salvador.ba.gov.br/arquivos/biblioteca_arquivos/281/ARQUIVO_BIBLIOTECA_ARQUIVO.pdf Peço para que seja notificado por email sobre a publicação dos arquivos corretos.

    • Plano Salvador 500

      Olá Thiago, os links já foram corrigidos. Os documentos já estão disponíveis. Atte.

  • Thiago Silva - 09/09/2015 13:00

    Gostaria de comunicar que o "Relatório Crítico Propositivo do Novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano – ADEMI-BA" listado na biblioteca virtual do Plano Salvador 500 está indisponível para download (PDF corrompido) e solicitar que seja disponibilizado para apreciação pública. Segue o link do arquivo mencionado: http://plano500.salvador.ba.gov.br/arquivos/biblioteca_arquivos/283/ARQUIVO_BIBLIOTECA_ARQUIVO.pdf Grato

    • Plano Salvador 500

      Olá Thiago, problema corrigido. Grato pela sinalização.

  • Naranda - 27/08/2015 13:27

    Olá, tenho duas sugestões que são viåveis e melhorå a qualidade de que vive e usufrui de Salvador; 1- Reorganizar o horário da programação do Pelourinho cultural com prioridade para atrações que comecem sempre 19h no máximo, pois a grande maioria utiliza ônibus e às 22h já estão retornando pra casa. É só dar una volta nas praças pra conferir cimi fucam vazias com programação tão tarde . Qual a lógica dos horários atuais?! Se for pensado que o ideal é que as pessoas saiam do trabalho direto, todos ganham! Repensem! 2- Salvador,como toda grande metrópole brasileira está cada dia mais quente, sugiro q ao invés de monumentos de concreto, se instaure monumentos verdes.

  • Gabriel Melo - 25/08/2015 20:25

    Envio algumas propostas para o Plano Salvador 500 anos. É importante que todos nós participemos sugerindo e discutindo o que é melhor para nossa cidade: - Expansão da Linha 1 do Metrô até a Barra via Campo Grande e Graça: Garante o atendimento do transporte público de massa a importantes equipamentos como a UFBA, Hospital das Clínicas, colégios no bairro do Garcia, Shopping Barra, Hospital Português e Teatro Castro Alves. Desenvolvimento do turismo, facilitando a locomoção de moradores e turistas. Redução do número de carros e ônibus das ruas. Expansão metroviária subterrânea por poucos quilômetros. - Criação de uma Linha 3 do metrô em roteiro que atendesse de forma satisfatória bairros como Pituba e Itaigara, importantes pólos de origem e destino de milhares de trabalhadores e são sede de inúmeras clínicas, escritórios, empresas e estabelecimentos comerciais; Rio Vermelho, região onde há sérios problemas de trânsito e há uma forte concentração de bares, restaurantes, residências e hotéis; Federação, onde há várias instituições de ensino como a UFBA, a UCSAL e a Unifacs, emissoras de televisão e rádio, cemitérios e hospitais que movimentam uma quantidade muito grande de pessoas por dia com um sistema viário precário; e a região da Garibaldi com seu importante pólo médico-hospitalar. - Nessas expansões do metrô, deve pensá-lo de forma de colocar as estações de modo mais acessível possível ao pedestre. Possibilitar que o cidadão acesse, facilmente, qualquer estação de metrô a pé ou bicicleta a partir de sua residência ou local de trabalho. O que inclui a instalação de novas passarelas nas estações já existentes, como uma ligação entre a estação do Retiro e a região de São Gonçalo e a melhoria dos acessos à estação Bom Juá. - Implantação de uma linha de VLT/Monotrilho entre a Ribeira e a Boca do Rio. A linha seria implantada no canteiro central da Avenida San Martin que seria duplicada e faria integração com o VLT do Subúrbio na Baixa do Fiscal e com o metrô no Retiro e em estação a ser construída na Av. Paralela. O sistema poderia passar por bairros como Massaranduba e Vila Rui Barbosa, criando avenidas no interior dos bairros e melhorando a mobilidade da região. Acessaria a Boca do Rio através da Estrada do Curralinho, possibilitando a implantação de projetos de habitação social na região. Para viabilizar a implantação do projeto, poderia ser realizada PPP para a exploração de terrenos às margens da Av. San Martin e em todo o trajeto do sistema. - Implantação de VLT/Monotrilho nos corredores transversais I e II: Paripe-Piatã e Lobato-Patamares. - Substituição do BRT Lapa-Lip que irá implantar elevados de alto custo e baixa demanda e concorrerá com o metrô (que já atenderá Lapa x Iguatemi via Acesso Norte) por outras obras viárias. Com o valor do BRT, poderá se implantar alterações viárias por toda a cidade e atender regiões que muito necessitam de mobilidade como a região do Pau da Lima, Castelo Branco e Cajazeiras. Na região da Av. Juracy Magalhães/ACM, basta a construção de viadutos/túneis na Lucaia, Parque da Cidade e Hiperposto. Um BRT, em superfície, poderia ser implantado no trecho Iguatemi x Pituba. Porém, por conta da alta demanda e da sustentabilidade, é mais adequado uma linha de metrô ou monotrilho. Enquanto isso não fosse feito, poderiam ser implantadas faixas exclusivas de ônibus atendidas por um redesenho de linhas e ônibus biarticulados. - Implantação de corredores de ônibus na orla e em avenidas como Dorival Caymmi, Manoel Dias e no Rio Vermelho. Além disso, linhas de grande fluxo e importância como as do miolo da cidade, Suburbana e Orla necessitam ser atendidas por ônibus articulados, com ar-condicionado e piso baixo. O sistema de ônibus precisa ser atrativo. Se não houver uma migração do carro/moto para o transporte público, não haverá solução para os problemas de trânsito. Deve-se prestar atenção a outras capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza onde as frotas de ônibus estão ganhando veículos melhores e climatizados. - Implantação de estações do Bike Salvador nas estações de metrô e também no Aeroporto de Salvador e no Terminal Rodoviário. - Implantação da Via Náutica: catamarãs ligando o terminal marítimo de Plataforma à Barra em uma primeira etapa. Posteriormente, poderiam ser implantadas outras linhas como ligações entre Plataforma e Ilha de Maré com paradas em outros pontos do Subúrbio. A Baía de Todos os Santos oferece boas condições para navegação, esta deve ser melhor aproveitada para mobilidade urbana. Criação de linhas de catamarã para a região metropolitana e outras cidades como Maragogipe e Valença. - Estudo de viabilidade para a implantação da navegação na orla atlântica. Uma linha náutica ligando a Barra à Praia do Flamengo. - Incentivo à implantação de ônibus elétricos/híbridos. - Restrição do fluxo de veículos na Avenida Sete de Setembro, no Centro da Cidade e implantação de VLT circular no centro ligando a região a estações de metrô e a grandes estacionamentos a serem implantados na região. Esse mesmo sistema poderia ser implantado em trechos da orla e na Baixa dos Sapateiros. - Implantação de grandes estacionamentos privados em locais de grande demanda como a região do Centro, Comércio, Barra, Avenida Tancredo Neves, Centro Histórico e Rio Vermelho. Quando não for possível implantar estacionamentos grandes na região, implantar o mais próximo possível e possibilitar o acesso através de shuttle. - Incentivo a empreendimentos mistos. Prédios residenciais com pontos comerciais em seu piso térreo. Esse modo de construção permite a ocupação das ruas e garantir a segurança e o movimento destas. Dessa forma, iremos garantir que nossos bairros não sejam desertos e inseguros como acontece hoje. Grandes muros e portarias não garantem a segurança, pelo contrário, torna mais perigoso o trajeto. Prédios que tivesssem pontos comerciais na rua iriam receber alguns incentivos, tributários ou a possibilidade de prédios mais altos em um terreno. - Incentivo à construção de edifícios mais altos em detrimento de várias torres em um único terreno. Isso permite a implantação de áreas verdes nos condomínios. Por exemplo, há condomínios na capital com 18 torres de 15 andares. Caso houvesse a construção, nesse terreno, de 9 torres de 30 andares ou 4 de 60 andares, haveria mais espaço para o plantio de árvores, ajudaria na circulação de ar e seria visualmente mais agradável para a cidade. O ideal seria o incentivo ao plantio de espécies de mata atlântica. - Incentivos fiscais ao comércio de rua. Criação de "shoppings ao céu aberto" nos bairros com a melhoria urbanística da região e qualificação dos comerciantes locais. Parceria com entidades como o SEBRAE e a formação de uma mentalidade empreendedora em Salvador para a geração de novos empregos e principalmente, gerar novos empregos dentro dos bairros. - Atração de indústrias limpas e tecnológicas para o território da capital (indústrias farmacêuticas, por exemplo). Atração de centros de distribuição. Fortalecimento do Salvador Negócios. Incentivo ao cooperativismo. Atração de novos empreendimentos comerciais geradores de emprego. Geração de empregos formais em detrimento da informalidade. Atração de sedes de empresas para a capital e ao fortalecimento das empresas que aqui possuem sede. Fortalecimento de Salvador como pólo econômico da região Nordeste. - Implantação de um Pólo Médico na capital baiana com a atração de novos hospitais e o incentivo à ampliação e modernização dos que já existem. Incentivo à implantação de novas clínicas e a atração de novos procedimentos, especialidades e tecnologias. - Fortalecimento do ensino superior e de pós-graduação na cidade, facilitando a formação de novos talentos e a manutenção dos talentos locais que hoje são obrigados a migrarem para melhor formação e para melhores empregos. Investimento em ciência. Parcerias dos poderes públicos com as instituições de ensino para o fomento da pesquisa em Salvador. Fortalecimento de Salvador como um centro de excelência em ensino e pesquisa, atraindo a migração de gente qualificada de outras cidades, estados e países. - Divulgação de Salvador. Não somente para o turismo mas a criação de um escritório que projete a cidade internacionalmente para a atração de investimentos, eventos e oportunidades. Atração de novos voos internacionais, atraindo turistas e negócios. Atração de eventos como campeonatos esportivos. Atração de eventos como os Jogos Pan-americanos e a EXPO - Exposição Universal. Eventos que projetam o nome Salvador no mundo todo e que além disso, servem para deixar um legado em infra-estrutura na cidade. - Criação de uma Arena Multiuso. Além de sediar competições esportivas, seria um espaço para a realização de shows de grande porte colocando a nossa capital dentro das principais turnês internacionais de música. Incentivo à construção de casas de show de grande porte na capital. - Criação do programa Salvador Eclética que incentiva o desenvolvimento de novos talentos musicais dos mais diversos tipos musicais em nossa cidade. Incentivo, por exemplo, às bandas de rock locais. Muitos artistas baianos são obrigados a irem para São Paulo e Rio por falta de público e de incentivo em nossa capital. O programa iria possibilitar que artistas variados permanecessem em nossa cidade e que fortalecessem o nosso cenário musical. Incentivo a espetáculos e eventos culturais em locais públicos. Peças teatrais, concertos de música clássica e apresentações musicais em locais abertos como estações de ônibus/metrô, praças e locais de grande movimento. A parceria com a iniciativa privada possibilitaria a expansão do projeto. - Fortalecimento do sistema de video-monitoramento na cidade. PPPs para implantação de novas câmeras e centros comunitários de monitoramento. Estes centros poderiam ser mantidos em uma parceria dos órgãos públicos (prefeitura, estado, guarda municipal e polícias) com a iniciativa privada: pool de estabelecimentos comerciais, pool de condomínios e associações de moradores. Permitindo um monitoramento mais amplo e mais atuante de nossas ruas. Mantendo e fortalecendo, obviamente, o monitoramento das ruas pelas polícias. - Articulação entre os governos para atração de novas universidades públicas para a capital baiana com campi, preferencialmente, a serem instalados em regiões periféricas. A cidade do Rio de Janeiro possui 3 Universidades Federais, seria viável a criação de uma nova Universidade Federal na Região Metropolitana de Salvador e a implantação de um campus da UNILAB e outro da UFRB na capital. Implantação de novos campus do IFBA e do IFBaiano em Salvador. - Criação de operações urbanas como o Porto Maravilha, do Rio de Janeiro, em regiões como o Comércio/Cidade Baixa/Ribeira, na Orla do Subúrbio, na Orla Marítima e na região da Av. Barros Reis. - Criação de um pólo empresarial/comercial/de serviços na região da Barros Reis, entre as estações de metrô Acesso Norte e Retiro, consolidando a região como uma zona de expansão imobiliária da cidade, gerando novos empregos e levando o desenvolvimento em direção à BR e ao Subúrbio, criando um novo vetor alternativo à Paralela e Litoral Norte. - Incentivos tributários àqueles que investirem na região do Subúrbio, atraindo redes varejistas e novos empreendimentos imobiliários para a região, valorizando-a. Incentivo à construção de marinas no Subúrbio, valorizando as belezas naturais da região. - Construção de túneis para facilitar o acesso entre regiões como uma ligação Av. Bonocô x Vale de Brotas x Juracy Magalhães x Pituba e a ligação Garibaldi x Vale das Muriçocas (com duplicação da rua) x Ogunjá. - Manutenção, no eixo da Linha Viva, de espaço para futura implantação de via ferroviária, possibilitando a médio/longo prazo, com a Ponte Salvador-Itaparica, a ligação ferroviária entre o Baixo Sul, Ilha de Itaparica, Salvador e Região Metropolitana/Litoral Norte. Possibilidade de futuramente a região do Acesso Norte funcionar como a "Estação Central" de Salvador.

    • Plano Salvador 500

      Olá Gabriel, ficamos muito gratos com a sua participação. O tema mobilidade é muito importante para o Plano Salvador 500 e estamos sempre buscando ouvir a população e incorporar sempre que possível as contribuições que chegam. Nossa equipe técnica esta analisando sua proposta. Sinta-se a vontade para contribuir cada vez mais. Atenciosamente.

  • Alã Lopes - 18/08/2015 15:35

    Gostaria de Saber, qual é o projeto da prefeitura sobre o centro da cidade em relação tambem á mobilidade urbana. Em varios lugares da europa existe o vlt que passa nas ruas do centro ligando a varios outros pontos, existe tambem garagens subterraneas para acesso e estacionamento de onibus que estao visitando a cidade juntamento com os turistas, para nao afetar o transito da cidade, claro tudo isso monitorado e com seguranças. Salvador é a 1 capital do Brasil, e espero que seja a capital metropole de referencia para o Brasil em tudo.

  • Ygor de Andrade Araujo - 14/08/2015 10:28

    Bairros populares como brotas onde a densidade habitacional é alta, deviam ser olhados com atenção. No caso deste , por exemplo, carecem áreas publicas de lazer e o transporte público é precário! Basta passar em frente ao ponto de ônibus da comercial ramos que se vê um grande acúmulo de pessoas pegando o segundo onibus apenas para subir a ladeira da redenção, pois não existem muitas opções de ônibus que levem direto a brotas, e os usuários precisam fazer essa conexão desnecessária e onerosa.

    • Plano Salvador 500

      Ygor, obrigado por sua contribuição. Já a repassamos à equipe técnica do Plano Salvador 500, PDDU e Louos.

  • Igor - 11/08/2015 14:50

    Olá, solicito que o relatório da oficina de bairros Barra/Pituba seja disponibilizado no site. Somente o relatório dessa oficina não foi tornado público, e somente nessa oficina discutiu-se a metodologia do Plano 500.

    • Plano Salvador 500

      Oi Igor, já está disponível o resultado desta oficina. Atenciosamente.

  • Ednaldo Silva Tavares - 08/08/2015 23:00

    Gostaria por forma coerente de respeito que todas as audiências fossem realizadas pelos sábados, pois existem cidadãos que pretendem participar, como na minha situação que trabalho de segunda à sexta, não dispondo tempo nos dias úteis para comparecer.

    • Plano Salvador 500

      Obrigado por sua sugestão, que já foi encaminhada à coordenação do Plano Salvador 500. Atte.

  • carl von hauenschild - 06/08/2015 16:07

    No produto P 4.1 esta citado algumas vezes o "Plano de Trabalho" , como também no cronograma e na listagem dos produtos, mas o mesmo não esta publicado na biblioteca virtual. Solicito sua publicação no site.

  • ADEJAIR PEREIRA - 31/07/2015 19:05

    dentro de uma realidade ,quais as possibilidade da execução de pelo menos uma obra iniciada após reunião realizada por este grupo , em áreas como valeria que o gestor da prefeitura bairro é BINHO?quais as obras que aconteceram de 2015 para tras? sugestão liguem para 93160471 e vamos realizar a obra do seculo , salvar vidas de ZICAS, CANAL TERRA COM , pinicão a céu aberto, águas empossadas pelas obras da sucop por cavar em áreas que não deviam manilhas abandonadas que o sr JORGE BASTOS ACOMPANHOU, se continuar vai ser, lagoa pinicão da zica. as obras estão paradas desde 2013, limpurb e seman ou sucop. se retirar a tela que coloquei, a prefeitura desaba em dInheiro com maquinas em baixo da br 324. CONTINUE BRINCANDO DE ELEGER VISITANTES POLITICOS que nosso lider Neto vai ter a quem cobrar caro. SOMOS DOCUMENTADOS . oficio 100 prefeitura bairro oficio 155 prefeitura bairro 138 prefeitura bairro. BREVE JORNAL MASSA E A BAND NO LOCAL. tanque da parmalat a mais de cinco anos com águas paradas.. cobras , ratos etc. muruins, mosquitos, morisocas , e valeria ainda não despertou?.

  • Pablo Vieira Florentino - 27/07/2015 18:46

    Prezados responsáveis, gostaria que algumas questões fossem esclarecidas: 1) Este canal é para perguntas ou para proposições de contribuições ? 2) Caso seja um canal de contribuições, quais serão os métodos de comprovação de que minhas sugestões foram recebidas e analisadas ? Além disso, caso a sugestão não venha a ser aceita, preciso receber as argumentações que justifiquem a não aceitação. 3) Enviando contribuições por email, qual será a comprovação de recebimento e análise ? 4) Existe algum espaço virtual onde minhas sugestões possam ser visualizadas e debatidas pelos 2.800.000 demais habitantes da cidade de Salvador ? 5) Qual é o tempo de resposta regulamentar que a comissão de elaboração do PDDU tem para fornecer as respostas e os pareceres sobre as sugestões feitas ? Atenciosamente, agradeço.

    • Plano Salvador 500

      Caro Pablo, seguem as respostas a seus questionamentos: 1) Este canal é para perguntas ou para proposições de contribuições ? Para ambas. 2) Caso seja um canal de contribuições, quais serão os métodos de comprovação de que minhas sugestões foram recebidas e analisadas ? Todas as contribuições enviadas por este canal, por email ou entregues pessoalmente são disponibilizadas no site – o que comprova o recebimento – e encaminhadas para a equipe técnica, que as analisa e utiliza como base de estudos. 2.1 Além disso, caso a sugestão não venha a ser aceita, preciso receber as argumentações que justifiquem a não aceitação. Os pedidos de justificativa serão respondidos. 3) Enviando contribuições por email, qual será a comprovação de recebimento e análise ? Todas as contribuições enviadas por este canal, por email ou entregues pessoalmente são disponibilizadas no site – o que comprova o recebimento – e encaminhadas para a equipe técnica, que as analisa e utiliza como base de estudos. 4) Existe algum espaço virtual onde minhas sugestões possam ser visualizadas e debatidas pelos 2.800.000 demais habitantes da cidade de Salvador ? Sim. Este (Contribua com o Plano, em Participe, no site plano500.salvador.ba.gov.br). 5) Qual é o tempo de resposta regulamentar que a comissão de elaboração do PDDU tem para fornecer as respostas e os pareceres sobre as sugestões feitas ? Não há previsão de que a equipe técnica faça "pareceres" sobre sugestões. Elas serão incorporadas ou não a partir da análise técnica. As dúvidas sobre contribuições que não estejam contempladas no produto final serão respondidas.

  • Gabriel Galvão Brasileiro - 25/07/2015 23:56

    Prezada Equipe Técnica, o documento intitulado de "(21/07/2015 14:14) Relatório Análise do PDDU e LOUOS em Vigor - FIPE", publicado dia 21/07/2015 na biblioteca virtual deste site, não está disponível, abre uma página de erro [Not Found. The requested URL /arquivos/biblioteca_arquivos/58/ was not found on this server. Additionally, a 404 Not Found error was encountered while trying to use an ErrorDocument to handle the request], como se o arquivo não tivesse sido anexado. Peço que isso seja reparado, para que todos tenham acesso ao documento. Att. Gabriel Galvão

  • Size - 24/07/2015 19:57

    Gostaria que todos apresentassem propostas!!! A minha é instalar lixeiras resistentes a vandalismo iguais às do shopping,mesmo sendo um local que em tese frequenta pessoas educadas classe A,os empresários investiram em um equipamento de altíssima resistência,enquanto nas ruas de Salvador temos frágeis lixeiras que até um cigarro aceso pode destruí-la.

  • Débora - 24/07/2015 09:30

    Gostaria de saber como vai se dar a participação da população a pois as oficinas e realizar uma participação concreta e permanente com os processos do plano 500, pddu e louos e as obras de requalificação que estão ocorrendo na cidade?

    • Plano Salvador 500

      Olá Débora, além das Oficinas de Bairros, os outros espaços de participação popular são os fóruns, este site e as audiências públicas. Participe.

  • CLÉTIA PARAGUASSU - 22/07/2015 15:41

    PROPOSTA PARA CONTRIBUIÇÃO DO PLANO 500 - ILHA DE MARÉ - Implantação da GRE na Ilha de Maré na própria ilha de Maré para acompanhamento mais efetivo e eficaz nas escolas. - Implantação de uma subprefeitura na própria ilha de Maré, devido a grande dificuldade dos moradores se deslocarem para o Subúrbio. - Implantação de Ensino Médio para a comunidade da Ilha de Maré

    • Plano Salvador 500

      Obrigado pela contribuição, Clétia. A sugestão já foi encaminhada à equipe técnica.

  • MARCELO LACERDA DA SILVA - 21/07/2015 23:15

    Boa-noite A equipe do Plano 500 Salvador.Participei de oficinas de bairro no 2º ciclo,fóruns,enfim um show de informação,de propostas válidas e q agregam valor pra nossa cidade. Agradeço primeiramente à DEUS, Juliana,Dora,Gil,Rita,André,Binho subprefeito de Valéria,Pirajá,Águas Claras,Lagoa da Paixão o subprefeito Sósthenes da subúrbilhas a subprefeita neilma de São Caetano,Liberdade,Campinas de Pirajá,Q SE EXTENDA À TODOS. A via náutica será uma realidade da nossa cidade?

    • Plano Salvador 500

      Obrigado, Marcelo, continue participando. A sugestão acerca da via náutica já foi encaminhada para a equipe técnica.

  • Débora - 14/07/2015 11:05

    Peço ao setor de divulgação que qualquer ação deste calendário tem que ter uma divulgação para a massa. Televisão, jornais, APP, internet, redes sociais, radio, cartas, mídia impressa, mala direta. Tem vários meios de comunicação e divulgação que não estão sendo usados. Não esta ocorrendo uma ouvidoria do que a população quer para a sua própria cidade e sim uma apresentação do que já foi decidido.

    • Plano Salvador 500

      Débora, todos os eventos têm sido divulgados maciçamente, tanto através de publicidade, quanto releases à imprensa, entrevistas e mídias sociais (Facebook, Instagram e Twitter). Temos utilizado também e-mails, ofícios, whatsapp e o próprio site, além do trabalho de mobilização feito pelas Prefeituras-Bairro. E temos tido um bom resultado, com a participação popular nas audiências públicas, fóruns e oficinas de bairros. Estamos nesse período realizando o 2º Ciclo das Oficinas de Bairros, gostaríamos de convidá-la a participar (veja o calendário nas notícias sobre as oficinas). Gostaríamos também de deixar claro que a participação de cada morador é por nós muito valorizada e respeitada - tanto pela contribuição à construção do Plano Salvador 500, PDDU e Louos, quanto pelo esforço dessas pessoas em estarem lá. Por fim, esclarecemos que não se trata de um trabalho de ouvidoria e sim de ações que promovam a construção coletiva/participativa de um plano para nossa cidade. Esperamos ter esclarecido suas dúvidas.

  • Sergio Simões Abreu - 13/07/2015 01:58

    Quero parabenizar toda esta iniciativa do Plano Salvador 500, os fóruns, as oficinas de bairro, este site, etc., da qual só agora tomei conhecimento. Em nome da TPRF (Fundação Prem Rawat - www.tprf.org), gostaria de contribuir com esta grande mobilização oferecendo o Programa de Educação Para a Paz, que pode ser apresentado e oferecido em cada oficina de bairro, como também em outras iniciativas. Este programa, hoje em mais de 50 países, foi desenvolvido pela própria Fundação Prem Rawat (The Prem Rawat Foundation) e não está associado a qualquer Religião nem Partido Político.Disponibilizado sem custos, ele visa conscientizar cada participante da possibilidade e do beneficio de explorar a Paz e outras virtudes natas em cada ser humano. A informação completa pode ser encontrada no site da fundação (tprf.org) ou, em português, no link http://possibilidade.weebly.com/pep.html. Estou enviando um email para planosalvador500@gmail.com com mais alguma informação. Obrigado pela atenção Sergio.

    • Plano Salvador 500

      Olá Sérgio, agradecemos a sua participação. Estaremos analisando sua proposta. Sinta-se a vontade para contribuir cada vez mais. Atenciosamente.

  • Thiago Silva - 26/06/2015 10:08

    SUGESTÃO PARA MAIOR INTERATIVIDADE DO SITE: Adicionar botão para que os leitores do site possam dar a réplica às respostas da equipe técnica.

    • Plano Salvador 500

      Olá Thiago, agradecemos sua colaboração. Sua sugestão está em análise. Atenciosamente.

  • CHAUANA ARAUJO - 09/05/2015 13:40

    PREZADA EQUIPE DO PLANO SALVADOR 500, Na 2ª audiência pública, 15 de abril de 2015, foi aprovado o regimento interno, entretanto, até o presente momento ( 08/05/2015 ) não encontro no site o regimento interno aprovado. O link que aborda sobre o regimento interno não tem uma ligação com o arquivo. O arquivo aprovado foi o modificado ? Ocorreu alguma alteração no dia da audiência ?

    • Plano Salvador 500

      Cara Chauana, obrigada por sua participação. A documentação relativa à 2ª Audiência Pública do Plano Salvador 500, PDDU e Louos foi disponibilizada no site dentro do prazo regimental. Acesse o relatório completo neste link: www.plano500.salvador.ba.gov.br/images/pdf/Relatorio_de_Audiencia_Publica_n_01_15_para_publicacao.pdf

  • Marcelo de Araujo Menezes - 22/03/2015 15:22

    Prezada equipe da Prefeitura, é importante não limitar as manifestações da sociedade civil a eventos com data marcada, que em muitos casos podem ocorrer fora da disponibilidade de tempo, em dias de trabalho, etc, bem como maximizar os canais de diálogos com a sociedade sem pretextos legais ou institucionais que o impeçam. Agir de modo distinto mina a seriedade de iniciativas que se pretendem participativas.

  • Henrique Azevedo - 11/03/2015 13:51

    Precisamos que a prefeitura divulgue o mais rápido possível o cronograma de ações do plano, pois precisamos organizar nossas agendas para a participação das discussões.

    • Plano Salvador 500

      O cronograma será apresentado em audiência pública, no dia 15 de abril, no Teatro SESC - Casa do Comércio.

  • carl von hauenschild - 04/03/2015 22:33

    como posso fazer um comentário e anexar um documento

    • Plano Salvador 500

      Envie o documento para o e-mail plano500@salvador.ba.gov.br

  • CHAUANA ARAUJO - 04/03/2015 22:01

    O regimento interno que foi apresentado e alterado no dia 1 de agostou ficou de ser aprovado em uma próxima audiência, quando será essa aprovação ?

    • Plano Salvador 500

      O regimento interno com alterações será apresentado em audiência pública, no dia 15 de abril, no Teatro SESC - Casa do Comércio.

Para fazer uma pergunta é necessário logar

Voltar


  • TODOS OS DIREITOS RESERVADOR AO PLANO 500